Gustavo Miranda
Poesias em prosa.
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Poesia 997
O piso de tacos soltos de madeira
uma cama velha de ferro

Um aparador e sua bacia de ágata
a gata, deitada entre lençóis

Uma escrivaninha feia de madeira
pintada de branco, a mão

Um prato do almoço talvez de jantar
jaz na mesa esquecido, morto

Roupas não se sabe de quem
se misturam, esquecidas pelo chão

Um violão e um cigarro
uma dose de gim, uma louca paixão

Gustavo Miranda
Enviado por Gustavo Miranda em 17/02/2020
Alterado em 17/02/2020
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